Home Data de criação : 09/05/16 Última atualização : 11/11/27 21:20 / 91 Artigos publicados

Arte com tampinhas  (arte) escrito em domingo 27 novembro 2011 18:20

Vagando pelo google procurando conteúdo relevante para os amantes das artes, achei no blog do Léo Aguiar as obras de Molly B. Right. Essa americana de 48 anos que começou a pintar em 1993, descobriu uma forma criativa de reaproveitar as tampinhas de garrafas em obras incríveis.
Por hora fiquem com algumas de suas obras.
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Uma nova sociedade ou um tsunami social-ecológico?  (variedades) escrito em domingo 14 agosto 2011 18:18

Blog de zecibele :cibeleza...aparecendo para o planeta, Uma nova sociedade ou um tsunami social-ecológico?

6/7/2011 10:37,  Por Leonardo Boff

Aventei a idéia, sustentada por minorias, de que estamos diante de uma crise sistêmica e terminal do capitalismo e não de uma crise cíclica. Dito em outras palavras: foram destroçadas as condições de sua reprodução seja por parte da devastação da natureza e dos limites alcançados de seus bens e serviços seja por parte da desorganização radical das relações sociais, dominadas pela economia de mercado com a predominância do capital financeiro. A tendência dominante é pensar que se pode sair da crise, voltando ao que era antes, com pequenas correções, garantindo o crescimento, resgatando empregos e assegurando lucros. Portanto, continuarão os negócios as usual.

As bilionárias intervenções dos Estados industriais salvaram bancos, evitaram uma derrocada sistêmica, mas não transformaram o sistema econômico. Pior ainda, as injeções estatais facilitaram o triunfo do capital especulativo sobre a economia real. Aquele é tido com o principal deslanchador da crise, comandado por verdadeiros ladrões que colocam o lucro acima do destino dos povos, como se viu agora com a Grécia. A lógica do lucro máximo está destruindo os indivíduos, as relações sociais, penalizando os pobres, acusados de dificultar a implantação do capital. A bomba foi mantida com o estopim. Um problema maior qualquer poderá acender o estopim. Muitos analistas se perguntam amedrontados: a ordem mundial sobreviveria a outra crise do tipo da que tivemos?

O sociólogo francês Alain Touraine assevera em seu recente livro Após a crise (Vozes 2011): ou a crise acelera a formação de uma nova sociedade ou vira um tsunami que poderá arrasar tudo o que encontrar pela frente, pondo em perigo mortal nossa própria existência no planeta Terra (p. 49.115). Razão a mais para sustentar a tese de que estamos em face de uma situação terminal deste tipo de capital. Impõe-se a urgência de pensar valores e princípios que poderão fundar um novo modo de habitar a Terra, organizar a produção e a distribuição dos bens, não só para nós (superar o antropocentrismo), mas para toda a comunidade de vida. Este foi o objetivo da produção da Carta da Terra, animada por M. Gorbachev que, como ex-chefe de Estado, da União Soviética, conhecia os instrumentos letais disponíveis para a destruição até da última vida humana, como afirmou em várias reuniões.

Aprovada pela UNESCO em 2003, ela contém, efetivamente, "princípios e valores para um modo de vida sustentável como critério comum para indivíduos, organizações, empresas e governos". Urge estudá-la e deixar-se inspirar por ela, sobretudo agora, na preparação da Rio+20.

Ninguém pode prever o que virá após a crise. Há apenas insinuações. Estamos ainda na fase do diagnóstico de suas causas profundas. Lamentavelmente são, sobretudo, economistas que fazem análises da crise e menos sociólogos, antropólogos, filósofos e estudiosos das culturas. O que está ficando claro é o seguinte: houve um triplo descolamento: o capital financeiro se descolou da economia real; a economia em seu conjunto, da sociedade; e a sociedade em geral, da natureza. Esta separação criou uma fumaça tal que já não vemos quais caminhos seguir.

Os "indignados" que enchem as praças de alguns países europeus e do mundo árabe, estão colocando este sistema em xeque. Ele é ruim para a maioria da humanidade. Até agora eram vítimas silenciosas. Agora gritam alto. Não só buscam emprego, mas reclamam direitos humanos fundamentais. Querem ser sujeitos, vale dizer, atores de outro tipo de sociedade na qual a economia esteja a serviço da política e a política a serviço do bem viver das pessoas entre si e com a natureza. Seguramente não basta querer. Impõe-se uma articulação mundial, a criação de organismos que viabilizem um outro modo de conviver e uma representação política ligada aos anseios gerais e não aos interesses do mercado. Trata-se de refundar a vida social.

Por mim, vejo os indícios, em muitas partes, do surgimento de uma sociedade mundial ecocentrada e biocentrada. O eixo será o sistema-vida, o sistema-Terra e a Humanidade. Tudo deve servir a esta nova centralidade. Caso contrário, dificilmente evitaremos um tsunami ecológico-social possível.

 

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Minha alegria são meus queridos...  (opinião) escrito em segunda 04 julho 2011 06:44

Caramba...60 anos e estou assustada...

O ser humano piora a cada dia, a qualidade já não é a mesma. Confiar? Em ninguém mais! Amigos fiéis? Onde estão? Fico ingenuamente adoçando minha vida, acreditando que os homens são feitos da mesma matéria. E são! O que muda é a alma. E ela está dissolvendo, só se pensa no "QI", não se pensa mais na qualidade de ser e do ser.

Quando jovem acreditei que poderia fazer a diferença, neste planeta estranho e vi que precisava mais gente querendo o mesmo. Não as achei. As pessoas só fazem o que lhes dá vantagem, como levassem isso para outras dimensões. O que fica em você é a sua energia, e aí sim, depende de você se ela é positiva ou negativa.

Por isso agora aos 60 anos:

- só vou dar importância ao que realmente tem importância.

- só vou acreditar na verdade, e vou saber o que é a verdade.

- só vou lembrar do que deve ser lembrado.

- só vou amar o que merece ser amado.

Com 60 anos vejo que minha alegria vem do que criei e frutificou - minha família.

Posso parecer uma tonta , escrevendo tudo isso, mas, é o que realmente me importa. Minha famíla.

Não são perfeitos, mas, são amorosos, tem caráter e são muito competentes na vida e em tudo o que fazem.

Por isso aos 60 anos vejo que o ditado, " cada um dá o que tem", é a maior verdade. Tenho o melhor e o que interessa. O resto é o resto...................

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Ubuntu para você!  (variedades) escrito em quarta 22 junho 2011 15:45

Blog de zecibele :cibeleza...aparecendo para o planeta, Ubuntu para você!

A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Floripa (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu. Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira pras crianças, que achou ser inofensiva. Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro. As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "Já!", instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes. O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces.

Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"

Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda não havia compreendido, de verdade,a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?

Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!"

Atente para o detalhe: porque SOMOS, não pelo que temos...

UBUNTU PARA VOCÊ!

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algo mais...uma luz um amor...  (variedades) escrito em domingo 19 junho 2011 12:33

Blog de zecibele :cibeleza...aparecendo para o planeta, algo mais...uma luz um amor...

 texto de Wagner Borges....

Ah, bem poucos escutam a canção do espírito em seu próprio coração.
E, por isso, vemos tantas pessoas perdidas em si mesmas.
Esquecidas de sua essência espiritual, elas se deixam levar por aí...
E seguem batendo cabeça, sem noção de alguma coisa maior na vida.
No entanto, tudo tem um preço. E esse é o mais caro de todos.
Sim, custa muito caro viver anestesiado diante de si mesmo.
Porque o vazio de consciência dói muito mais do que se pensa.
E nada do mundo pode completar um coração sem luz.
Nem homem ou mulher. Nem dinheiro, bebidas ou posses.
Porque ninguém compra amor real ou consciência serena.
E não existe remédio algum que cure as feridas do coração.
E alguém que sequer conhece a si mesmo, facilmente perde o rumo.
Contudo, a canção do espírito permeia a tudo e a todos.
E, quem a escuta, sente algo mais, mesmo que nada possa provar.
Sim, algo mais... Uma Luz; um Amor; e alguns toques secretos.
Ah, quem sente o Sopro Vital do Eterno em seu coração, reconhece isso.
E, mesmo diante das provas do mundo, permanece fiel ao espírito que é.
E nem a iminência da morte pode tomar o Amor que está em seu coração.
Porque a canção do espírito fala de coisas que estão além...
E de outras, que estão dentro do próprio Ser... Em sua essência.
E mais: fala de consciência. E de estrelas que brilham nos olhos.
Ah, viver não é só comer, beber, dormir, copular, e um dia morrer.
Não é só isso, não. Também é pensar, sentir e fazer o melhor possível.
Porque há algo mais, dentro e fora de cada Ser... Uma Luz, um Amor...
E não dá para pesar ou medir isso, mas dá para sentir e se tocar.
Ah, dá sim! E ninguém precisa ver ou saber. E, se o próprio coração sabe...
Então a canção é ouvida, em espírito... Junto com a Luz e o Amor.
E não há dinheiro no mundo que pague isso. E nem ninguém que explique.
Porque a canção do espírito fala do despertar da consciência.
Ah, isso não se explica, só se sente... Uma Luz, um Amor e toques sutis.
Sim, algo mais... Que transforma os olhos em estrelas e o coração em sol.
E que é capaz de ver o Divino nas coisas simples, e o Eterno no transitório.
Há algo mais, dentro e fora, e além... Uma Luz, um Amor.
E, quem ama, sabe. E continua escutando a canção do espírito...
E ela fala de consciência e de que vale a pena viver, aqui e além... Sempre!

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